Play Video
1
ADOLESCENTE DE 13 ANOS COMETE SUICÍDIO EM BRASIL NOVO
ADOLESCENTE DE 13 ANOS COMETE SUICÍDIO EM BRASIL NOVO
::2014/05/02::
Play Video
2
SUICÍDIO - Homem morre se jogando de torre na cidade de Cáceres Mato Grosso
SUICÍDIO - Homem morre se jogando de torre na cidade de Cáceres Mato Grosso
::2014/01/22::
Play Video
3
5 MANEIRAS DE COMETER SUICÍDIO
5 MANEIRAS DE COMETER SUICÍDIO
::2014/10/07::
Play Video
4
Sala Samobójców (O Quarto do Suicídio) - Legendado (Completo)
Sala Samobójców (O Quarto do Suicídio) - Legendado (Completo)
::2013/07/13::
Play Video
5
Depressão e Suicídio
Depressão e Suicídio
::2014/08/19::
Play Video
6
Mundo Maior Repórter - Suicídio (09/11/2013)
Mundo Maior Repórter - Suicídio (09/11/2013)
::2013/11/10::
Play Video
7
Carta de Suicídio de Kurt Cobain em Português
Carta de Suicídio de Kurt Cobain em Português
::2010/12/26::
Play Video
8
Jovem estudante comete suicídio pulando do quarto andar de universidade
Jovem estudante comete suicídio pulando do quarto andar de universidade
::2014/10/24::
Play Video
9
O suicídio e a liberdade - Pe. Fábio de Melo - Programa Direção Espiritual 11/07/2012
O suicídio e a liberdade - Pe. Fábio de Melo - Programa Direção Espiritual 11/07/2012
::2012/07/16::
Play Video
10
AGENTE PENITENCIÁRIO COMETE SUICÍDIO E DEIXA VIDEO DE DESPEDIDA
AGENTE PENITENCIÁRIO COMETE SUICÍDIO E DEIXA VIDEO DE DESPEDIDA
::2014/08/15::
Play Video
11
Fantástico - O Suicídio em Massa dos Membros da Seita de Jim Jones 28/11/1978
Fantástico - O Suicídio em Massa dos Membros da Seita de Jim Jones 28/11/1978
::2011/05/25::
Play Video
12
Suicídio assistido na TV Suíça
Suicídio assistido na TV Suíça
::2012/04/14::
Play Video
13
Filme Amor e Suicídio ( Completo)
Filme Amor e Suicídio ( Completo)
::2013/09/10::
Play Video
14
13 - O SUICÍDIO PELA ÓTICA ESPÍRITA - Doutrina Espírita Explicada
13 - O SUICÍDIO PELA ÓTICA ESPÍRITA - Doutrina Espírita Explicada
::2012/03/02::
Play Video
15
Pegadinha que acabou em suicídio falso (HD)
Pegadinha que acabou em suicídio falso (HD)
::2014/06/16::
Play Video
16
Direito Penal. Suicídio
Direito Penal. Suicídio
::2014/04/14::
Play Video
17
Chocante!!! Flagra!! - Tentativa de Suicídio em Santa Bárbara d´Oeste
Chocante!!! Flagra!! - Tentativa de Suicídio em Santa Bárbara d´Oeste
::2012/02/11::
Play Video
18
Espiritismo em Ação: O suicídio na visão espírita
Espiritismo em Ação: O suicídio na visão espírita
::2012/09/15::
Play Video
19
Pastor Lucinho   Quem comete suicídio pode ir para o céu
Pastor Lucinho Quem comete suicídio pode ir para o céu
::2013/04/05::
Play Video
20
DJ Liu One - É Suicídio
DJ Liu One - É Suicídio
::2014/07/25::
Play Video
21
Suicídio
Suicídio
::2014/01/20::
Play Video
22
A carta de suicídio de Getúlio Vargas
A carta de suicídio de Getúlio Vargas
::2014/08/22::
Play Video
23
O "SUICÍDIO" DE KAIQUE - Bee Comenta
O "SUICÍDIO" DE KAIQUE - Bee Comenta
::2014/01/22::
Play Video
24
CREEPYPASTA: SUICÍDIO DO MICKEY
CREEPYPASTA: SUICÍDIO DO MICKEY
::2012/05/05::
Play Video
25
Suicídio - Raul Teixeira
Suicídio - Raul Teixeira
::2013/07/23::
Play Video
26
Pai de vítima de sucuri em Itajubá, MG, tenta suicídio durante reportagem do Domingo Espetacular
Pai de vítima de sucuri em Itajubá, MG, tenta suicídio durante reportagem do Domingo Espetacular
::2011/05/23::
Play Video
27
Doc: Segundos Fatais - Suicídio Coletivo em Jonestown (Completo e Dublado) // NatGeo
Doc: Segundos Fatais - Suicídio Coletivo em Jonestown (Completo e Dublado) // NatGeo
::2013/07/21::
Play Video
28
SUICÍDIO - HOMEM TRANSTORNADO MORRE AO SE JOGAR DE TORRE EM PORTO VELHO.
SUICÍDIO - HOMEM TRANSTORNADO MORRE AO SE JOGAR DE TORRE EM PORTO VELHO.
::2013/04/20::
Play Video
29
TÓPAZ - Suicídio ao Contrário | Explicando a letra
TÓPAZ - Suicídio ao Contrário | Explicando a letra
::2012/04/06::
Play Video
30
QUEM PRATICA SUICÍDIO VAI DIRETO PRO INFERNO?
QUEM PRATICA SUICÍDIO VAI DIRETO PRO INFERNO?
::2014/08/18::
Play Video
31
Divaldo Franco - Suicídio
Divaldo Franco - Suicídio
::2012/04/18::
Play Video
32
[AULA] Durkheim II - O Suicídio e as Formas Elementares de Vida Religiosa
[AULA] Durkheim II - O Suicídio e as Formas Elementares de Vida Religiosa
::2013/05/19::
Play Video
33
Homem tenta suicídio em ponte em Manaus
Homem tenta suicídio em ponte em Manaus
::2013/05/15::
Play Video
34
DIVALDO FRANCO CONTA A HISTÓRIA DO SUICÍDIO DE SUA IRMÃ NAIR
DIVALDO FRANCO CONTA A HISTÓRIA DO SUICÍDIO DE SUA IRMÃ NAIR
::2012/11/16::
Play Video
35
O Suicídio do Lula Molusco (Red Mist) - Dublado PT-BR
O Suicídio do Lula Molusco (Red Mist) - Dublado PT-BR
::2014/03/25::
Play Video
36
Suicídio Espiritual. Será que você não esta cometendo ?
Suicídio Espiritual. Será que você não esta cometendo ?
::2014/03/23::
Play Video
37
Minecraft: O Suicídio do Mike! D:
Minecraft: O Suicídio do Mike! D:
::2014/08/27::
Play Video
38
Mão Morta - Hipótese de Suicídio
Mão Morta - Hipótese de Suicídio
::2014/07/12::
Play Video
39
Reportagem especial lembra 60 anos do suicídio de Getúlio Vargas
Reportagem especial lembra 60 anos do suicídio de Getúlio Vargas
::2014/08/05::
Play Video
40
A FLORESTA DO SUICÍDIO
A FLORESTA DO SUICÍDIO
::2013/02/02::
Play Video
41
IDA E VOLTA DO INFERNO - O suicídio de Angie Fenimore - E.Q.M.
IDA E VOLTA DO INFERNO - O suicídio de Angie Fenimore - E.Q.M.
::2013/05/07::
Play Video
42
Mitos e lendas: Bob Esponja RED MIST / O Suicídio de Lula Molusco - CREEPYPASTA [PT-BR]
Mitos e lendas: Bob Esponja RED MIST / O Suicídio de Lula Molusco - CREEPYPASTA [PT-BR]
::2013/11/12::
Play Video
43
Suicídio 01
Suicídio 01
::2009/09/07::
Play Video
44
O suicídio de Getúlio Vargas (01/05)
O suicídio de Getúlio Vargas (01/05)
::2013/06/05::
Play Video
45
Tópaz - Suicídio ao Contrário
Tópaz - Suicídio ao Contrário
::2012/04/03::
Play Video
46
SUICÍDIO? NUNCA! - O FILME DO ALLAN BISPO
SUICÍDIO? NUNCA! - O FILME DO ALLAN BISPO
::2013/08/22::
Play Video
47
TV da Suíça exibe mulher cometendo suicídio assistido
TV da Suíça exibe mulher cometendo suicídio assistido
::2014/04/09::
Play Video
48
o que leva uma pessoa a tentar suicídio mulher se lança na linha do metro
o que leva uma pessoa a tentar suicídio mulher se lança na linha do metro
::2013/08/02::
Play Video
49
A Valorização da Vida Num Mundo Onde o Suicídio é Caso de Saúde Pública  - André Trigueiro
A Valorização da Vida Num Mundo Onde o Suicídio é Caso de Saúde Pública - André Trigueiro
::2013/11/05::
Play Video
50
Minecraft: A REVOLUÇÃO - SUICÍDIO DO MIKE! #2
Minecraft: A REVOLUÇÃO - SUICÍDIO DO MIKE! #2
::2014/07/28::
MAIS >>
RESULTADOS [51 .. 101]
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Suicídio
Retrato do poeta romântico inglês Thomas Chatterton, que teria se suicidado com arsênico em 1770.
Classificação e recursos externos
CID-10 X60X84
CID-9 E950
MedlinePlus 001554
eMedicine article/288598
MeSH F01.145.126.980.875
Star of life caution.svg Aviso médico

Suicídio ou autocídio (do latim, sui, ou do grego autos: "próprio"; e do latim caedere ou cidium: "matar") é o ato intencional de matar a si mesmo.[1] Sua causa mais comum é um transtorno mental e/ou psicológico que pode incluir depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas.[2] Dificuldades financeiras e/ou emocionais também desempenham um fator significativo.[3] Além da consideração nefasta do suicídio, há também avaliações positivas, sendo visto como uma vontade legítima ou um dever moral[4] .

Mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano, tornando-se esta a décima causa de morte no mundo. Trata-se de uma das principais causas de morte entre adolescentes e adultos com menos de 35 anos de idade.[5] [6] Entretanto, há uma estimativa de 10 a 20 milhões de tentativas de suicídios não-fatais a cada ano em todo o mundo.[7]

As interpretações acerca do suicídio tem sido vistas pela ampla vista cultural em temas existenciais como religião, filosofia, psicologia, honra e o sentido da vida. Albert Camus escreveu certa vez: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia."[8] As religiões abraâmicas, por exemplo, consideram o suicídio uma ofensa contra Deus devido à crença religiosa na santidade da vida.[9] [10] No Ocidente, foi muitas vezes considerado como um crime grave. Por outro lado, durante a era dos samurais no Japão, o seppuku era respeitado como uma forma de expiação do fracasso ou como uma forma de protesto. No século XX, o suicídio sob a forma de auto-imolação tem sido usado como uma forma de protestar, enquanto que na forma de kamikaze e de atentados suicidas como uma tática militar ou terrorista. O sati é uma antiga prática funerária hindu no qual a viúva se auto-imola na pira funerária do marido, seja voluntariamente ou por pressão da famílias e/ou das leis do país.[11]

O suicídio medicamente assistido (Eutanásia, ou o "direito de morrer") é uma questão ética atualmente muito controversa que envolve um determinado paciente que esteja com uma doença terminal, ou em dor extrema, que tenha uma qualidade de vida muito mínima através de sua lesão ou doença. Para alguns, o auto sacrifício geralmente não é considerado suicídio, uma vez que o objetivo não é matar a si mesmo mas salvar outrem.

Classificação[editar | editar código-fonte]

Automutilação[editar | editar código-fonte]

A automutilação não é uma tentativa de suicídio; no entanto, tempos atrás as lesões autoprovocadas eram erroneamente classificada como uma tentativa de suicídio. Existe uma correlação não-causal entre a automutilação e o suicídio: ambos são mais comummente um efeito da depressão.[12]

Eutanásia e suicídio assistido[editar | editar código-fonte]

Máquina de eutanásia inventada por Philip Nitschke e disponível no Museu de Ciências de Londres.

Indivíduos que desejam pôr termo à sua própria vida podem recorrer ao auxílio de outra pessoa para atingir a morte. A outra pessoa, geralmente um membro da família ou um médico especializado, podem ajudar a praticar o ato, se o indivíduo não tem capacidade física para fazê-lo mesmo com os meios fornecidos. O suicídio assistido é uma questão moral e politicamente controversa em muitos países, como no caso do Dr. Jack Kevorkian, um médico que apoiava a eutanásia, afirmando ter ajudado 130 pacientes a terminarem suas próprias vidas, mas que foi condenado a 8 anos de prisão por isto. Apelidado de Doutor Morte, ele se candidatou ao Congresso dos Estados Unidos em 2008 defendendo a legalização da eutanásia.[13]

Ortotanásia[editar | editar código-fonte]

É quando não se tomam medidas para prolongar artificialmente a vida de uma pessoa com uma doença letal, restringindo a fazer um tratamento paliativos para aliviar a dor e permitir uma morte digna. No Brasil essa prática só foi legalizada em 2010.[14]

Homicídio Suicídio[editar | editar código-fonte]

Trata-se do ato no qual um indivíduo mata uma ou várias outras pessoas imediatamente e comete suicídio para não ser preso.

Geralmente feito por vingança ou/e passional. Exemplos incluem o caso de Francisco Hyalisson Gonzaga que atirou na ex-namorada, Luana Kalyev Almeida e em seguida atirou na própria cabeça[15] e o de Edwin Valero, campeão mundial de boxe venezuelano acusado de enforcar a própria mulher.[16] .

Ataque suicida[editar | editar código-fonte]

Um ataque suicida é quando um atacante comete um ato de violência contra outros (geralmente um grande número de pessoas), normalmente para atingir um objetivo militar ou político, que resulta em sua própria morte. Os atentados suicidas são muitas vezes consideradas como um ato de terrorismo. Os exemplos históricos incluem o assassinato do Czar Alexandre II, o Bombardeamento do Hotel Shamo, o Atentado suicida do Dizengoff Center,os ataques kamikazes por pilotos aéreos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial e os Ataques de 11 de setembro de 2001. Entre 2000 e 2007 ocorreram 140 ataques suicidas em Israel que mataram 542 pessoas e feriram milhares.[17]

Suicídio em massa e pacto suicida[editar | editar código-fonte]

Certos suicídios são realizados sob pressão social ou de um grupo. Os suicídios coletivos, ou em massa, podem ocorrer apenas entre duas pessoas, como um "pacto suicida", ou com um número muito maior. Um exemplo é o suicídio em massa que ocorreu por membros do Peoples Temple, uma seita estado-unidense liderada por Jim Jones em 1978 na Guiana que levou a morte de 918 pessoas incluindo 270 menores de idade.[18]

Outro exemplo ocorreu em janeiro de 2012, na China.[19] [20] Trezentos funcionários da Foxconn, fabricante do Xbox 360, ameaçaram um suicídio coletivo se as reivindicações do grupo não forem atendidas.[21] O protesto terminou com um acordo entre a empresa e os funcionários.[22]

Indução de suicídio[editar | editar código-fonte]

Induzir, estimular, dar dicas ou apoiar de qualquer outra forma o suicídio de outra pessoa é um crime em vários países ocidentais, considerado como uma forma de homicídio com dolo (intenção de matar). Essa punição leva em conta inclusive quando o estímulo é feito na internet.[23] [24] [25] No Brasil o artigo 122 do Código Penal prevê reclusão de dois a seis anos para quem induz, instiga ou ajuda alguém a cometer suicídio, ou reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, se da tentativa de suicídio resulta lesão corporal de natureza grave.[26]

Suicídio metafórico[editar | editar código-fonte]

É o sentido metafórico de "destruição intencional de um auto-interesse",[27] como o suicídio político.

Causas[editar | editar código-fonte]

O comportamento suicida está associado com a impossibilidade do indivíduo de identificar alternativas viáveis para a solução de seus conflitos, optando pela morte como resposta de fuga da situação estressante.[28] Uma série de fatores estão associados com o risco de suicídio, incluindo doença mental, drogadição, bem como fatores sócio-econômicos. Embora as circunstâncias externas, tais como um evento traumático, podem desencadear o suicídio, não parece ser uma causa independente. Assim, os suicídios são mais prováveis de ocorrer durante os períodos de família sócio-econômico, ou uma crise individual.

Transtorno psicológico[editar | editar código-fonte]

Segundo a OMS, os transtornos psicológicos que estão mais associados com o risco de suicídio são[29] [30] :

Os transtornos mentais são freqüentemente presentes durante o momento do suicídio, com estimativas de 87%[31] a 98% dos casos.[32] Transtornos de humor estão presentes em 30%, abuso de substâncias em 18%, esquizofrenia em 14% e transtornos de personalidade em 8 a 20% dos suicídios.[32] [33] Estipula-se que entre 5 e 15% de pessoas com esquizofrenia morrem de suicídio.[34] [35] [36]

Abuso de substâncias[editar | editar código-fonte]

O abuso de álcool é um dos principais indicadores de ideação suicida.
Veja também: Drogadição, Cocaína, Droga psicoativa, Alcoolismo

O abuso de substâncias é a segunda causa mais comum de suicídio depois dos transtornos de humor.[37] Tanto o abuso crônico de substâncias, bem como o abuso de substâncias aguda está associada a um risco aumentado de suicídio. Isso é atribuído aos efeitos intoxicantes e desinibidor de muitas substâncias psicoativas, quando combinado com o sofrimento pessoal, como o luto o risco de suicídio é muito maior.[38] Mais de 50% dos suicídios estão relacionados ao álcool ou drogas. Até 25% dos toxicodependentes e alcoólicos cometem suicídio. Em adolescentes, o número é maior com álcool ou abuso de drogas, que desempenha um papel em até 70% dos suicídios. Foi recomendado que todos os toxicodependentes ou alcoólicos são investigadas por pensamentos suicidas, devido ao elevado risco de suicídio.[39]

Biológico[editar | editar código-fonte]

Para boa parte dos especialistas, a genética tem um efeito sobre o risco de suicídio[40] responsável por 30-50% de variância..[41] Grande parte deste relacionamento atua através da hereditariedade da doença mental.[41] Porém, a questão da hereditariedade é polêmica, alguns autores alegam que é apenas consequência de viver com pais com transtornos mentais (e esses sim seriam hereditários).[33]

Social[editar | editar código-fonte]

Problemas familiares, amorosos e financeiros

Um estudo encontrou maior frequência de suicídio entre pessoas com famílias desestruturadas e após rompimentos de relacionamentos amorosos entre jovens. Entre adultos separações e problemas financeiros são fatores de risco.[42] Apesar de problemas financeiros sérios serem um fator de risco e religião ser um fator de proteção Durkheim percebeu uma prevalência de suicídio entre pessoas de classe sócio-econômica mais elevada. [43] Outros autores também encontraram maior prevalência entre classes sócio-econômicas mais altas num estudo feito em São Paulo.[44] (falta citar a fonte)

Como forma de rebeldia ou protesto

Muitas vezes a greve de fome pode encaminhar no suicídio de mais de uma pessoa, como ocorreu na Irlanda em 1981 durante o Conflito na Irlanda do Norte liderado por Bobby Sands e que resultou em 10 mortes.[45]

Suicídio judicial

Muitas vezes uma pessoa que tenha cometido um crime pode cometer suicídio para evitar ser processado, como foi o caso de Budd Dwyer e Hermann Göring.[46]

Suicídio militar
Ataque kamikaze sobre a transportadora escolta USS White Plains (CVE-66).

Nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, alguns pilotos japoneses kamikazes voluntariaram para missões em uma tentativa de evitar a derrota para o Império. Perto do fim da guerra, os japoneses desenvolveram um pequeno avião (Ohka), cujo único propósito era missões kamikazes. Da mesma forma, as unidades da Luftwaffe faziam Selbstopfereinsatz (missões de auto-sacrifício) contra pontes Soviética. Na Alemanha nazista, muitos soldados e oficiais do governo (incluindo Adolf Hitler) mataram-se, em vez de se render aos Aliados da Segunda Guerra Mundial. O japonês também construiu um "homem-torpedo humano submarinos" suicídio chamado Kaitens.[47]

Ideação suicida[editar | editar código-fonte]

Carta de suicídio do poeta alemão Heinrich von Kleist (1777-1811) endereçada à sua meia-irmã Ulrike. Muitos suicidas, em particular personalidades públicas, escrevem notas de suicídio justificando o ato.

Segundo a psicologia, existem vários comportamentos que indicam a possibilidade de ideação suicida. Dentre eles o relato de querer desaparecer, dormir para sempre, ir embora e nunca mais voltar ou mesmo objetivamente o relato do desejo de morrer, mesmo quando falado num tom de brincadeira, devem ser considerados indícios significativos e levados a sério.

Um importante indicativo é o uso abusivo de álcool, especialmente quando o início for precoce, existir um histórico familiar de alcoolismo e houver eventos disruptivos recentes ou perda de uma relação interpessoal importante.[29] Outro importante indicativo é o uso drogas ilegais. Enquanto pessoas com histórico de abuso de drogas tem mais de 50 vezes mais probabilidade de tentar suicídio do que os que nunca usaram. Mais de 40% dos suicidas tem histórico de abuso de álcool ou outra substância.[48]

Quanto mais comportamentos indicativos mais provável a ideação e necessidade de intervenção. Outros comportamentos associados com tentativas de suicídio e que devem ser tratados como alerta são:

O Inventário de Depressão de Beck (BDI) e a Escala de Ideação Suicida de Beck (BSI) pode ser usada para medir a gravidade dessa ideação.[54]

Fatores de risco[editar | editar código-fonte]

Retrato de uma família russa pintado por Wilhelm Amadeus Beer. Pais negligentes, libertários e/ou autoritários são um fator de risco para suicídio, enquanto pais atenciosos e responsáveis são um fator de proteção.[33]

Outros fatores importantes que deveriam ser considerados, pois seriam mais comuns entre aqueles que tentam suicídios[30] [33] [53] :

  • Planejar o suicídio;
  • Acesso ao método de suicídio;
  • Tentativas anteriores (as duas semanas após a tentativa é que tem mais risco);
  • Eventos estressores recentes (como perda do emprego, morte de ente querido, desastres naturais, guerras, diagnóstico de doença e divórcio);
  • Idade entre 13 e 19 anos (35% dos adolescentes brasileiros entre 13 e 19 anos tem ideação suicida)[55] ou depois dos 65;
  • Rede de apoio social restrita (poucos amigos e cuidadores).
  • Nível sócio-econômico e nível educacional baixos;
  • Traumas, tais como abuso físico e sexual;
  • Baixa auto-estima e desesperança;
  • Questões de orientação sexual (tais como homossexualidade e transsexuais);
  • Pouco discernimento, falta de controle da impulsividade, e comportamentos auto-destrutivos;
  • Poucos recursos (cognitivos, materiais, funcionais e sociais) para enfrentar problemas;
  • Doença física (como HIV) e dor crônica;
  • Exposição ao suicídio de outras pessoas.

Factores sócio-económicos como o desemprego, a pobreza, falta de moradia, e discriminação podem provocar pensamentos suicidas.[56] A pobreza pode não ser uma causa direta, mas pode aumentar o risco de suicídio, pois é um grupo de risco para depressão.[57]

Método[editar | editar código-fonte]

O principal método de suicídio varia dramaticamente entre os países. Os métodos de liderança em diferentes regiões incluem enforcamento, envenenamento por pesticidas e armas de fogo.[58] Em todo o mundo 30% dos suicídios são de pesticidas. A utilização deste método, contudo, varia consideravelmente de 4% na Europa a mais de 50% na região do Pacífico.[59] Nos Estados Unidos, 52% dos suicídios envolvem o uso de armas de fogo.[60] Asfixia e envenenamento também são bastante comuns neste país. Juntos, eles compreenderam aproximadamente 40% dos suicídios nos Estados Unidos. Outros métodos de suicídio incluem trauma contundente (saltando de um prédio ou uma ponte, jogando-se na frente de um trem, ou provocando um acidente de carro, por exemplo). Há ainda causas menos comuns, como afogamento intencional, choque elétrico, ou fome intencional.

Informações sobre suicídio[editar | editar código-fonte]

A associação americana de suicidologia o centro de controle e prevenção de doenças americano (CDC) defendem que aprender sobre o suicídios, sinais de alerta sobre ideação, fatores de risco e proteção e como intervir em crises são importantes medidas de prevenção.[61]

Porém definir se a exposição ou não a um suicídio é um fator de risco para novos suicídios ainda é uma questão controversa.[62] Um estudo de 1996 foi incapaz de encontrar uma relação de suicídios entre amigos.[63] No entanto, um outro estudo de 1986 encontrou maiores taxas de suicídio após um noticiário televisivo em relação ao suicídio.[64]

Epidemiologia[editar | editar código-fonte]

Expectativa de vida ajustado por auto infligimento por 100.000 habitantes em 2004.[65]
  sem dados
  menos que 80
  80-160
  160-240
  240-320
  320-400
  400-480
  480-560
  560-640
  640-720
  720-800
  800-850
  mais que 850
Taxa de suicídio por cada 100.000 homens (dados de 1978-2008)
  sem dados
  < 1
  1–5
  5–5.8
  5.8–8.5
  8.5–12
  12–19
  19–22.5
  22.5–26
  26–29.5
  29.5–33
  33–36.5
  >36.5
Taxa de suicídio por 100.000 mulheres (dados de 1978-2008)
  sem dados
  < 1
  1–5
  5–5.8
  5.8–8.5
  8.5–12
  12–19
  19–22.5
  22.5–26
  26–29.5
  29.5–33
  33–36.5
  >36.5

O suicídio é a décima causa de morte no mundo,[2] com cerca de um milhão de pessoas mortas por suicídio anualmente.[66] Em todo o mundo as taxas de suicídio aumentaram 60% nos últimos 50 anos, principalmente nos países em desenvolvimento. A maioria dos suicídios do mundo ocorrem na Ásia, que é estimada em até 60% de todos os suicídios do planeta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, China, Índia e Japão podem ser responsáveis por 40% de todos os suicídios no mundo.[67] Nos Estados Unidos, a taxa de suicídios está aumentando pela primeira vez em uma década, enquanto que no Brasil, regionalmente, o índice é semelhante ao de países com maiores taxas do mundo, principalmente no Rio Grande do Sul e o Mato Grosso do Sul.[68] O aumento da taxa de suicídio global entre 1999 e 2005 foi devido principalmente a um aumento dos suicídios entre os brancos com idade de 40-64, com média branca de meia-idade entre as mulheres que experimentaram o maior aumento anual.[69]

Gênero[editar | editar código-fonte]

No mundo ocidental, os homens morrem muito mais frequentemente por meio de suicídio do que as mulheres, embora as mulheres tentem o suicídio com mais freqüência. Alguns médicos acreditam que isso decorre do fato de que os homens são mais propensos a acabar com suas vidas através de meios eficazes de violência, principalmente quando as mulheres usam métodos mais lentos, como consumo excessivo de medicamentos.

Alcoolismo e uso de drogas[editar | editar código-fonte]

Estudos norte-americanos mostraram que 33% a 69% dos suicidas apresentavam alcoolemia positiva.[70] De fato, nos Estados Unidos, 16,5% dos suicídios estão relacionados ao álcool.[71] No Reino Unido, um estudo de suicídios ocorridos entre 1988 e 1995 determinou que 45% das vítimas apresentavam alcoolemia positiva, com maiores porcentagens na faixa etária de 35 a 44 anos Alcoólatras são de 5 a 20 vezes mais propensos a se matar, enquanto o mal uso de outras drogas aumenta o risco de 10 a 20 vezes.[72] No Brasil, em estudo realizado com 290 vítimas de suicídios na cidade de São Paulo, 36,2% apresentavam alcoolemia positiva.[73] Cerca de 15% dos alcoólicos cometem suicídio, e cerca de 33% dos suicídios em menos de 35 anos têm um diagnóstico primário de álcool ou abuso de outras substâncias, mais de 50% dos suicídios estão relacionados à dependência de álcool ou drogas. Sabe-se que o consumo de álcool aumenta a agressividade e essa afirmação é também válida para violência dirigida a si mesmo.[74] Em adolescentes o álcool ou uso indevido de drogas desempenha um papel em até 70% dos suicídios.[39] [75]

Etnia[editar | editar código-fonte]

Taxas de suicídio nacionais diferem significativamente entre países e entre grupos étnicos no interior dos países.[76] Por exemplo, no E.U.A., não-hispânicos caucasianos são quase 2,5 vezes mais propensos a se matar do que afro-americanos ou hispânicos.[77] No Reino Unido as taxas de suicídio variam significativamente entre as diferentes partes do país. Na Escócia, por exemplo, a taxa de suicídio é aproximadamente o dobro do que na Inglaterra.[78]

No mundo[editar | editar código-fonte]

Taxas de suicídio por 100 000 habitantes.

No mundo, 815 000 pessoas cometeram suicídio no ano 2000, o que perfaz 14,5 mortes por 100 000 habitantes (uma morte a cada 40 segundos)[79] Países do Leste Europeu são os recordistas em média de suicídio por 100.000 habitantes. A Lituânia (41,9), Estônia (40,1), Rússia (37,6), Letônia (33,9) e Hungria (32,9). Guatemala, Filipinas e Albânia estão no lado oposto, com a menor taxa, variando entre 0,5 e 2. Os demais estão na faixa de 10 a 16. Em números absolutos, porém, a República Popular da China lidera as estatísticas. Foram 195 mil suicídios no ano de 2000, seguido pela Índia com 87 mil, a Rússia com 52,5 mil, os Estados Unidos com 31 mil, o Japão com vinte mil e a Alemanha com 12,5 mil.

Rússia

Todos os anos 60 mil pessoas põem um fim às suas vidas na Rússia, onde a taxa de suicídio é a segunda no mundo—são 34,9 por 100 mil habitantes, abaixo somente da Lituânia e leste europeu anunciou a diretora do Centro Serbski de Psiquiatria Social e Judiciária da Rússia, Tatiana Dmitrieva, em entrevista coletiva organizada por ocasião do Dia Internacional da Saúde Mental. Em 2008, foram registados 29 suicídios por 100 mil habitantes, índice muito superior à média mundial de 14 por 100 mil.[80] As altas taxas provavelmente estão associadas com a grande frequência de alcoolismo, crises sócio-econômica e fatores culturais.

Japão

O Japão tem a mais alta taxa de suicídio do mundo desenvolvido (24,1 por 100.000 habitantes). Os suicídios atingiram o número recorde de 34.427 em 2003 (+ 7,1% com relação a 2002) Geralmente empresários e funcionários, comentem suicídios motivados por escândalos de corrupção ou perda de dignidade na sociedade.[81]

No ano de 2008 o suicídio entre jovens bateu novo recorde no Japão, tendo alcançado 4.850 mortes , 1,7% a mais que no ano anterior, informou a polícia japonesa. Mesmo com este aumento, em 2008, 32 249 pessoas se mataram no Japão, uma baixa de 2,6% em com relação aos números de 2007.

A taxa de suicídios foi, no ano de 2008, de 25,3 para cada 100 mil habitantes, o que coloca o Japão entre os dez países do mundo com mais casos. O suicídio é a sexta maior causa de morte no Japão, onde não está associado a um tabu social.[82]

França

Em 1996, a França teve 12 000 suicídios por 160 000 tentativas; com 62 milhões de habitantes, esses números representam aproximadamente 19,6 suicídios por 100 000 habitantes, ou seja, um suicídio por 5 000 pessoas, e uma tentativa por 400 pessoas. A França ocupa o quarto lugar entre os países desenvolvidos. Esses números são mais ou menos estáveis desde 1980. Assim como em outros países da Europa o suicídio já se tornou uma causa mortis mais frequente que os acidentes de trânsito. Fatores culturais e crises sócio-econômicas agravaram a situação em 2008-2009.[83]

Brasil

No Brasil, 4,9 pessoas a cada 100 mil morrem por suicídio por ano, uma das menores médias do mundo. E ao contrário do resto do mundo onde é mais comum entre adultos, no Brasil há uma prevalência entre os jovens entre 15 e 24 anos.[84] Entre os estados, o Rio Grande do Sul é o que tem a maior taxa, 9,88 para 100 mil. Entre as cidades, o município com o maior índice é o de Amambai(MS), com mais de 49,3 casos a cada 100 mil habitantes, uma das cidades com maior índice de suicídio do mundo. (Mapa do suicídio estadual: [29]). Um dos métodos mais comuns no país são venenos como o agrotóxico Tamaron. Foram registradas 7.987 mortes por suicídio no País.[85] Entre os índios, o índice de suicídio foi de 98 por 100 mil, um índice alarmante que já responde por 81% dos suicídios em Mato Grosso do Sul e no Amazonas.[84]

No Rio Grande do Sul, em 2004, foi identificada a maior mortalidade masculina por suicídio do país com 16,6 mortes a cada 100 mil homens, enquanto Maranhão ficou em último lugar com 2,3 mortes a cada 100 mil homens. Em relação às mulheres, Mato Grosso do Sul ocupou o primeiro lugar com 4,2 mortes a cada 100 mil mulheres, e Rio Grande do Norte o último com mortalidade de 0,6 a cada 100 mil mulheres.[86]

Em 2005, seguindo as recomendações da OMS para combater o aumento no número de casos, foram elaborado de políticas nacionais de prevenção ao suicídio, atuando em esfera nacional, estadual e municipal.(Mais informações: [30])[87] .

Portugal

Em Portugal em 2003 11,1 pessoas por cada 100 mil morreram por suicídio sendo que a distribuição por género é de 17,1 por 100 mil para os homens e 5 por 100 mil para as mulheres.[88] [89] A taxa de suicídio em Portugal dobrou na última década, de cerca de 600 para mais de 1.200 casos por ano.[90]

O enforcamento é o método de suicídio mais utilizado em 16 países europeus, incluindo Portugal, representando quase metade do total de casos. O segundo mais usado depende do gênero, sendo armas de fogo para homens e afogamento pelas mulheres sendo o oposto (arma de fogo por mulheres e afogamento por homens) muito raro.

Entre os jovens masculinos dos 15 aos 24, Portugal é o país que apresenta a taxa mais baixa da Europa. Além disso, é um dos países com menos suicídios entre mulheres.[88] O número de suicídios aumenta com a faixa etária, sendo mais frequente em homens acima dos 50 anos, esta peculiaridade pode ser reflexo de fatores históricos e culturais. Entre 1902 e 1939 o número de suicídios registrados aumentou de 236 para 969 casos e seguiu estável entre 750 e 1000 até 1975. E desde essa época que o número de suicídios entre homens já era entre duas e quatro vezes mais comuns do que mulheres e predominava entre os mais velhos.[91] Houve um grande decréscimo a partir da década de 70, chegando a 516 casos em 2000, menos número em 40 anos. Porém, em 2002 e 2003, esse número dobrou ultrapassando os mil casos e seguiu aumentando até 2010, tornando-se a causa de morte não-natural mais comum do país, superando o número por acidentes viários.[88] [92]

Segundo a Sociedade Portuguesa de Suicidologia, entre 1998 a 2008, a média anual de suicídios no Baixo Alentejo foi de 53 casos, enquanto no concelho de Odemira, em 2007, foram registrados 61 mortes a cada 100 mil habitantes, com um grande número de casos na freguesia de Saboia, levando a região a um dos maiores índices de suicídio em todo o mundo. Um dos prováveis motivos pode ser o aumento no índice de desemprego e depressão maior.[88]

No sexo feminino, a menor taxa registou-se na região autónoma da Madeira, onde não houve casos registrados. Salienta-se que nas regiões Norte e Açores ocorreu menos de um suicídio por 100.000 habitantes. No sexo masculino, a região com menor taxa foi a do Norte. De um modo geral, em Portugal registaram-se mais suicídios nos meses de Junho, Julho e Setembro. Janeiro e Fevereiro foram os meses com menor número de registos. Fazendo uma análise por sexos, não se verificam grandes diferenças de perfis, registando-se um maior número de suicídios no sexo masculino nos meses de Junho e Setembro e no sexo feminino em Junho e Julho.

Prevenção[editar | editar código-fonte]

Policial de Dallas tenta convencer uma mulher a não se jogar do edifício. Grande parte dos policiais das grandes cidades recebem treinamento para esses tipos de situações.

Segundo diversos especialistas a prevenção suicídio não deve ser apenas uma preocupação exclusiva de médicos, e sim de todos os profissionais de saúde, de segurança e da comunidade humana em sua totalidade.[93] [94] [95]

Abordagem psicológica[editar | editar código-fonte]

A abordagem psicológica quanto ao suicídio foca-se na prevenção e na intervenção em crise. A visão predominante da psicologia moderna é de que o suicídio é um problema de saúde mental, associada a fatores psicológicos como a dificuldade ou a impotência em lidar com eventos altamente estressantes, impacto de transtornos mentais e . Ao invés de uma verdadeira intenção de morrer, a tentativa de suicídio por vezes é interpretada como um "grito de socorro" para chamar a atenção ao seu desespero e seu desejo de fuga.[96] A maioria das pessoas que tentam suicidar-se não obtém sucesso em sua primeira tentativa e frequentemente tentam novamente em outro momento. Pessoas com tentativas anteriores têm mais probabilidade de realizarem o ato com sucesso, por isso, é importante que a família e amigos se mantenham alerta e tomem medidas de prevenção contra novas tentativas.[97]

Intervenção em crise[editar | editar código-fonte]

Segundo a psicologia e a psiquiatria, caso seja identificado ideação suicida em alguém algumas das medidas que podem ser tomadas para evitar a conclusão do ato é[53] [98] [99] [100] :

  • Colocar a pessoa em acompanhamento psicológico e psiquiátrico;
  • Mobilizar a rede social de apoio (família, parceiro(a), amigos...);
  • Em casos graves, internação em um Centro de Atenção Psicossocial(CAPS);
  • Fazer um contrato de vida, onde a pessoa se compromete a ligar para pessoas de sua confiança antes de cometer o suicídio;
  • Monitoramento regular;
  • Restringir acesso a álcool e drogas;
  • Retirar acesso aos métodos (como arma de fogo e venenos para animais) do ambiente;
  • Conversar sobre alternativas para solução dos problemas atuais e de como encará-los de uma forma mais saudável.

Família e amigos devem ficar alerta para pessoas com ideação suicida que começaram a usar antidepressivos. Medicação antidepressiva apesar de diminuir a ideação a longo prazo, nos primeiros meses aumenta bastante os riscos, ao melhorar a capacidade do indivíduo de tomar decisões e tomar atitudes, e por isso precisa de acompanhamento constante.[101]

Contenção física pode ser necessária durante uma tentativa. Conseguir conter o momento de crise e o impulso de se matar frequemente é eficaz para prevenir o suicídio temporariamente. A intervenção em crise geralmente é pontual durando de duas a seis sessões. Intervenções preventivas feitas em comunidades teve bom resultados como forma de preparar as pessoas a lidar com crises e fazer um acolhimento mais adequado.[102]

Conseguir conter o momento de crise e o impulso de se matar frequentemente é eficaz para prevenir o suicídio temporariamente. A intervenção em crise geralmente é pontual durando de duas a seis sessões. Estudos apontam que algumas intervenções preventivas feitas em comunidades obtiveram bons resultados como forma de preparar as pessoas a lidar com crises e fazer um acolhimento mais adequado.[103]

Aspectos sociais[editar | editar código-fonte]

Legislação[editar | editar código-fonte]

Uma faca tantō preparada para o seppuku.
Países aonde a eutanásia é legalizada (em verde escuro), e países aonde a legalização está sendo discutida (em verde claro e em laranja). No Território do Norte, na Austrália, a eutanásia chegou a ser legalizada, mas depois a prática foi novamente considerada criminosa.

Antigamente, em Atenas, uma pessoa que havia cometido suicídio (sem a aprovação do Estado) era negada às honras de um funeral normal; a pessoa era enterrada sozinha, na periferia da cidade, sem lápide ou inscrição.[104] Um decreto-lei criminal emitido por Luís XIV de França em 1670 era muito mais grave em sua punição: o corpo do morto era atirado pelas ruas, virado para baixo, depois pendurado ou jogado em uma pilha de lixo, enquanto que todos os seus bens eram confiscados.[105] Em contrapartida, os soldados da Roma antiga e do Japão Feudal que haviam sido derrotados nas guerras eram obrigados a cometerem suicídio.

Modernamente, em algumas jurisdições, um ato incompleto ou ato de suicídio é considerada um crime. Mais comumente, um membro do grupo sobrevivente que ajudou na tentativa de suicídio enfrentará acusações criminais. No Brasil, se a ajuda for direcionada para um menor, a pena é aplicada em seu duplo e não considerada como homicídio. Na Itália e no Canadá, a instigação ao suicídio a outrem também é uma ofensa criminal. Em Singapura, que presta assistência no suicídio de uma pessoa com deficiência mental, esta é uma ofensa capital. Na Índia, o suicídio, a cumplicidade de um menor ou uma pessoa com problemas mentais podem resultar em um prazo máximo de prisão de 1 ano com uma possível multa.[106]

Na Alemanha, as seguintes leis se aplicam no caso do suicídio:[107]

  • a eutanásia ativa (morte a pedido do próprio paciente) é proibida pelo artigo 216 do Código Penal (Strafgesetzbuch, Código Penal alemão), punível com pena de seis meses a cinco anos de prisão;
  • a lei alemã interpreta o suicídio como um acidente e todas as pessoas presentes durante o ato podem ser processadas por não prestar auxílio e caso de emergência. Um suicídio torna-se legalmente emergencial quando uma pessoa perde a consciência suicida. A falta de prestação de auxílio é punível nos termos do artigo 323C do Código Penal Suíço, com uma pena de prisão máxima de um ano.

Interpretações religiosas[editar | editar código-fonte]

Émile Durkheim, em sua teoria sobre o suicídio, acredita que a religião promove valores compartilhados, interação e limites sociais fortes que evitam que o indivíduo se sinta isolado e, ao mesmo tempo, estabelecem um conjunto de ideais pelos quais viver, constituindo-se em um fator protetor contra o suicídio.[108] Alguns estudos internacionais mostraram que realmente ter uma religião diminui o número de tentativas de suicídio e aumentam a aversão a esse ato.[109]

Porém mesmo com o cristianismo condenando o suicídio em um estudo brasileiro a frequência de ideação suicida significativa foi encontrada em 26,4% dos católicos, 24% dos evangélicos, 13,3% dos espíritas/outros e apenas 10% de pessoas que se definiam sem religião. Analisando do ponto de vista da intensidade da religião em sua vida 24% dos muito religiosos tinham ideação suicida, 21% dos moderadamente religiosos e 32,1% dos pouco religiosos. Um aumento de depressão maior também foi encontrado entre religiosos (30%) em comparação a pessoas sem religião (20%).[110] . Outro estudo brasileiro mostrou que religião, nível de ortodoxia e nem mesmo o medo da morte servem como predição da aceitação do suicídio.[111]

Judaico-cristã[editar | editar código-fonte]

Judas enforcado cercado por demônios. Afresco em Mălâncrav.

Na maioria das escolas do cristianismo, o suicídio é considerado um pecado, baseado principalmente em escritos de influentes pensadores da Idade Média como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino; o suicídio não era considerado um pecado sob o código de Justianiano do Império Bizantino, no entanto.[112] [113] Na doutrina católica, o argumento é baseado no mandamento "Não matarás" (aplicado no âmbito do Novo Testamento por Jesus em Mateus 19:18), bem como a ideia de que a vida é um dom dado por Deus que não deve ser desprezada, e que o suicídio é contra a ordem "natural" e, portanto, interfere com a vontade de Deus.[114] [115]

Na Idade Média, a Igreja Católica Romana condenava o suicídio, e para desestimular o ato aqueles que morriam dessa forma não eram enterrados, os corpos ficavam ao ar livre para serem devorados pelas "feras" e aves de rapina.[116]

A Bíblia, embora nunca use a palavra suicídio, conta sobre algumas pessoas que o desejaram (inclusive , Moisés e Elias) e sobre várias que cometeram atos suicidas (como Sansão, Saul e Judas Iscariotes). Pela bíblia não se pode garantir que todos suicidas vão para o inferno[117] , pois ao mesmo tempo que o suicídio é visto como um pecado gravíssimo (por ir contra o "Não matarás") que deve ser evitado por todos aqueles que tem fé em Deus, aqueles que perderam algum ente querido nessas condições podem encontrar consolo nas passagens "os cristãos podem saber que possuem a vida eterna sem qualquer dúvida" (1 João 5:13), "Nada pode separar um cristão do amor de Deus" (Romanos 8:38-39) e na passagem que diz que Jesus perdoou todos os pecados com seu sacríficio.[118]

O judaísmo enfoca a importância da valorização da vida, e como tal, o suicídio é o mesmo que negar a bondade de Deus no mundo. Apesar disso, existem relatos de judeus que se suicidaram em circunstâncias extremas, quando estavam correndo de serem escravizados, humilhados ou mortos (ver Massada e Saul (rei) por exemplo)[119] . Para honrar suas memórias há mesmo uma oração na liturgia judaica "para aqueles que estão morrendo, com a faca na garganta, para santificar o nome de Deus" (Ver: martírio). Estes atos são considerados polêmicos entre autoridades judaicas, sendo considerados por alguns como exemplos de martírio heróico, enquanto outros afirmam que foi errado eles tomarem suas próprias vidas.[119]

No Talmud existe uma história aplicável à questão da eutanásia. O grande sábio Rabi Chanina estava sendo queimado vivo pelos romanos. Seus alunos pediram-lhe para acabar com seu sofrimento rapidamente, abrindo sua boca e respirando a fumaça e chamas. Mas ele respondeu: "É melhor que Ele, que deu me a minha alma, leve-a, em vez de eu causar danos a mim mesmo."[119]

Islamismo[editar | editar código-fonte]

O suicídio não é permitido na religião do islã;[120] contudo, martirizando-se para Deus (durante o combate) não é o mesmo de completar o suicídio. Suicídio no Islã é visto como um sinal de descrença em Deus.[121] Entretanto, as operações de martírio ('amaliyah istishâdiyah) por detonação de explosivos comumente praticadas por grupos de resistência religiosa e nacionalista como o Hamas, o Hezbollah, a Jihad Islâmica e a Al-Qaeda, são consideradas suicidas.

Hinduísmo[editar | editar código-fonte]

No hinduismo, o suicídio é desaprovado e é considerado tanto pecaminoso como matar outra pessoa. Os textos hindus dizem que quem comete suicídio passará a fazer parte do espírito do mundo, vagando pela Terra até o dia em que deveria ter falecido, caso não houvesse cometido suicídio.[122]

Budismo[editar | editar código-fonte]

Para o Budismo, já que o primeiro preceito é que não se destrua nenhuma forma de vida, incluindo a sua própria, o suicídio é visto como uma ação negativa.

Nos ensinamentos budistas, o passado dos indivíduos atua fortemente na influência que experimentam no presente; atos presentes, por sua vez, tornam-se a influência de fundo para experiências futuras (carma). As ações produzidas pela mente, pelo corpo e pela reação, ou repercussão, por sua vez, são a causa das condições (boas e más) de que nos deparamos no mundo de hoje.

No entanto, alguns suttas mostram que a questão não é tão simples:

No Samyutta Nikaya IV.23, o Buda fala sobre o suicídio do venerável Godhika:

"Assim de fato é como os determinados agem:
eles não têm apego à vida.
Extirpando o desejo pela raiz,
Godhika realizou o paranibbana."

No Majjhima Nikaya 144, o Buda fala sobre o suicídio do bhikkhu Channa:

"Sariputta, quando alguém deita este corpo e se apega a um novo corpo, então eu digo que esse alguém é censurável. Não houve nada disso no bhikkhu Channa; o bhikkhu Channa usou a faca de modo puro."

Isso não significa que o Buda aprovasse o suicídio; o que estes dois suttas mostram é que existem circunstâncias em que o suicídio pode ser aceitável, por exemplo quando ele conduz ao paranibbana.

Seitas pró-suicídio[editar | editar código-fonte]

Os cátaros na Idade Média praticavam e legitimavam o suicídio, que segundo eles era uma forma de libertação do espírito (criado pelo Deus do bem) que se encontra sob o jugo da matéria (criada pelo Deus do mal). Para as seitas gnósticas da Antiguidade e da Idade Média, todas as formas de vida (bios) eram consideradas como cárcere do espírito divino e como tal, deveriam ser destruídas.

Algumas seitas religiosas modernas fazem cultos ao suicídio, como a Ordem do Templo Solar, a Heaven's Gate, a Peoples Temple e outras.[123]

Filosofia[editar | editar código-fonte]

A Saída, ou Idealização suicida: George Grie, 2007.

O suicídio e seu contexto existencialista é um amplo tema para a filosofia. Pensando nisso, Albert Camus escreveu certa vez: "O suicídio é a grande questão filosófica de nosso tempo, decidir se a vida merece ou não ser vivida é responder a uma pergunta fundamental da filosofia."[8] Vilém Flusser, estudioso tcheco naturalizado brasileiro, escrevia, num artigo que estuda Camus: "O suicídio é, portanto, uma espécie de metafísica, uma espécie de truque teológico, em resumo: uma tentativa desonesta de escapar ao absurdo. Consequentemente, o suicídio deve ser repelido, como qualquer outra espécie de metafísica. É preciso continuar vivendo com o nojo, dia após dia, momento após momento, para viver o mais possível, já que não se pode viver o melhor possível. Somente assim, devorando quantidade em vez de qualidade, somente como Don Juan, ator ou conquistador, é o homem honesto."[124]

Um exemplo antigo e notável da filosofia do suicídio nos vem de Platão, que argumentava que o suicídio não é errado quando o indivíduo está condenado à morte pelo Estado (no caso, ele citava Sócrates), compelido por infortúnio, ou quando sofre uma desgraça irreversível; no entanto, Platão acredita que o suicídio deve ser punido quando origina-se de uma "covardia viril e preguiçosa".[125] Alguns filósofos mais contemporâneos vêem o suicídio como um assunto legítimo de escolha pessoal e um direito humano (coloquialmente conhecido como o "direito de morrer"), e alegam que ninguém deveria ser obrigado a sofrer contra a sua vontade, sobretudo de condições como doenças incuráveis, doenças mentais, e idade avançada que não têm nenhuma possibilidade de melhoria.

Os defensores deste ponto de vista rejeitam a crença de que o suicídio é sempre irracional, argumentando às vezes que ele pode ser um último recurso válido para dores maiores e para certos traumas persistentes. Essa perspectiva é mais popular na Europa continental, onde a eutanásia e outros temas, como são comumente discutidas no parlamento, tem uma boa dose de apoio.[126] Um segmento mais estreito desse grupo considera o suicídio como uma escolha grave mas condenável em algumas circunstâncias e um direito sagrado que todos tem (mesmo as pessoas jovens e saudáveis), que acredita que eles têm plena consciência racional para decidirem sobre suas próprias vidas. Podemos citar alguns adeptos notáveis dessa escola de pensamento, como Arthur Schopenhauer, filósofo pessimista,[127] Friedrich Nietzsche, e o empirista escocês David Hume.[128] Os adeptos desta visão muitas vezes defendem a revogação das leis que restringem as liberdades dos povos conhecidos por serem suicidas, bem como as leis que permitem o seu compromisso involuntário em hospitais mentais.

Suicidas famosos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Suicídio
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Suicídio
Livros

Referências

  1. Durkheim, 1982
  2. a b Hawton K, van Heeringen K. (April 2009). "Suicide". Lancet 373 (9672): 1372–81. DOI:10.1016/S0140-6736(09)60372-X. PMID 19376453.
  3. www.uvm.edu (PDF).
  4. Cholbi, Michael, "Suicide", The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2009 Edition), Edward N. Zalta (ed.), url=http://plato.stanford.edu/archives/fall2009/entries/suicide
  5. CIS: UN Body Takes On Rising Suicide Rates - Radio Free Europe / Radio Liberty © 2009.
  6. Understanding suicidal behaviour. Leicester: BPS Books. 33–37 pp. ISBN 978-1-85433-290-5.
  7. Bertolote JM, Fleischmann A. (October 2002). "Suicide and psychiatric diagnosis: a worldwide perspective". World Psychiatry 1 (3): 181–5. ISSN 1723-8617. PMID 16946849.
  8. a b Albert Camus. An absurd reasoning
  9. Alexander Moreira de Almeida; Francisco Lotufo Neto (2004). Religião e Comportamento Suicida (PDF) (em português) Segmento Farma 53-60 pp. Hoje.org. Visitado em 15 de janeiro de 2013.
  10. Ruy Cardoso de Mello Tucunduva (08 de julho de 2010). O suicídio perante as religiões (em português) Semanário da Zona Norte. Visitado em 15 de janeiro de 2013.
  11. Indian woman commits sati suicide
  12. Rethink - About self harm.
  13. [1]
  14. [2]
  15. [3]
  16. [4]
  17. [5]
  18. Hall, John R. (1987). Gone from the Promised Land: Jonestown in American Cultural History. New Brunswick, New Jersey: Transaction Publishers. p. 282. ISBN 978-0-88738-124-9.
  19. China: funcionários da Foxconn ameaçam suicídio em massa
  20. Trabalhadores ameaçam suicídio coletivo em fábrica de X360 na China
  21. 300 operários da Foxconn ameaçam se suicidar caso não recebam aumento de salário
  22. Foxconn faz acordo com funcionários após ameaça de suicídio coletivo
  23. [6]
  24. [7]
  25. [8]
  26. [9]
  27. Merriam-Webster OnLine. Visitado em 2007-07-21.
  28. Werlang, B. S. G. (2000). Proposta de uma entrevista semiestruturada para a Autópsia Psicológica em casos de suicídio. Tese de Doutorado, Faculdade de Psicologia, Universidade de Campinas - UNICAMP, Campinas.
  29. a b c d e f g h PREVENÇÃO DO SUICÍDIO: UM MANUAL PARA MÉDICOS CLÍNICOS GERAIS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS. Genebra, 2000
  30. a b http://boasaude.uol.com.br/realce/emailorprint.cfm?id=16364&type=lib#fatoresderisco
  31. Arsenault-Lapierre G, Kim C, Turecki G. (Nov 2004). "Psychiatric diagnoses in 3275 suicides: a meta-analysis". BMC Psychiatry 4: 37. DOI:10.1186/1471-244X-4-37. PMID 15527502.
  32. a b Bertolote JM, Fleischmann A, De Leo D, Wasserman D. (2004). "Psychiatric diagnoses and suicide: revisiting the evidence". Crisis 25 (4): 147–55. DOI:10.1027/0227-5910.25.4.147. ISSN 0227-5910. PMID 15580849.
  33. a b c d Prevenção de suicídio
  34. Prevenção do comportamento suicida
  35. Bouhebent Barone, Facundo ; Rodriguez Garín, Eduardo; Skokin Marisú. (junio 1997). Suicidios consumados por pacientes psiquiátricos. Revista Argentina de Clínica Neuropsiquiátrica ALCMEON, VIIII, vol. 6, Nº 1,. ISSN 0327-3954.
  36. Palmer BA, Pankratz VS, Bostwick JM. (March 2005). "The lifetime risk of suicide in schizophrenia: a reexamination". Arch. Gen. Psychiatry 62 (3): 247–53. DOI:10.1001/archpsyc.62.3.247. PMID 15753237.
  37. Introduction to chemical dependency counseling. Northvale, N.J.: Jason Aronson. 150–152 pp. ISBN 978-0-7657-0289-0.
  38. Behavioral science in medicine. Philadelphia: Lippincott Williams Wilkins. p. 217. ISBN 978-0-7817-3669-5.
  39. a b (1991) "Suicide risk associated with drug and alcohol dependence.". Journal of addictive diseases 10 (3): 49–61. DOI:10.1300/J069v10n03_06. ISSN 1055-0887. PMID 1932152.
  40. Brezo J, Klempan T, Turecki G. (June 2008). "The genetics of suicide: a critical review of molecular studies". Psychiatr. Clin. North Am. 31 (2): 179–203. DOI:10.1016/j.psc.2008.01.008. PMID 18439443.
  41. a b Goldsmith, Sara K.. Reducing suicide: a national imperative. Washington, D.C: National Academies Press, 2002. 141 pp. ISBN 0-309-08321-4.
  42. Deslandes SF. O atendimento às vítimas de violência na emergência: "prevenção numa hora dessas?" Cienc Saúde Coletiva 1999;4:81-94.
  43. Durkheim E. O suicídio: um estudo sociológico. Rio de Janeiro: Zahar Editores; 1982.
  44. Drumond M, Barros MBA. Desigualdades sócio-espaciais na mortalidade do adulto no município de São Paulo. Rev Bras Epidemiol 1999(1/2):34-49.
  45. Suicide and Self-Starvation, Terence M. O'Keeffe, Philosophy, Vol. 59, No. 229 (Jul., 1984), pp. 349-363
  46. [10]
  47. M.Okumiya/Cadin, Martin - ZERO Asas Japonesas na Guerra (1941-1945)- Editora Flamboyant,sem data
  48. D., PhD Frank, Jerome; Levin, Jerome D; S., PhD Piccirilli, Richard; Perrotto, Richard S; Culkin, Joseph (28 Sep 2001). Introduction to chemical dependency counseling. Northvale, NJ: Jason Aronson. pp. 150–152. ISBN 978-0-7657-0289-0.
  49. Miller M, Hemenway D, Rimm E (May 2000). "Cigarettes and suicide: a prospective study of 50,000 men.". American journal of public health 90 (5): 768–73. PMC 1446219.
  50. Iwasaki M, Akechi T, Uchitomi Y, Tsugane S (April 2005). "Cigarette Smoking and Completed Suicide among Middle-aged Men: A Population-based Cohort Study in Japan". Annals of Epidemiology 15 (4): 286–92. [11]
  51. [12]
  52. Brooks-Gunn, J., & Petersen, A. (1991). Studying the emergence of depression and depressive symptoms during adolescence. Journal of Youth And Adolescence, 2(20), 115-119.
  53. a b c Júlia Camarotti Rodrigues, Marcelo Tavares. (2009) A entrevista clínica no contexto do risco de suicídio.
  54. Cunha, J. A. (2001). Manual da Versão em Português das Escalas Beck. São Paulo, Brasil: Casa do Psicólogo.
  55. Vivian Roxo Borges & Blanca Susana Guevara Werlang (2006) ESTUDO DE IDEAÇÃO SUICIDA EM ADOLESCENTES DE 13 E 19 ANOS. PSICOLOGIA, SAÚDE & DOENÇAS, 2006, 7 (2), 195-209
  56. Qin P, Agerbo E, Mortensen PB. (April 2003). "Suicide risk in relation to socioeconomic, demographic, psychiatric, and familial factors: a national register-based study of all suicides in Denmark, 1981-1997". Am J Psychiatry 160 (4): 765–72. PMID 12668367.
  57. Birtchnell J, Masters N. (September 1989). "Poverty and depression". Practitioner 233 (1474): 1141–6. PMID 2616460.
  58. Ajdacic-Gross V, Weiss MG, Ring M, et al.. (September 2008). "Methods of suicide: international suicide patterns derived from the WHO mortality database". Bull. World Health Organ. 86 (9): 726–32. PMID 18797649.
  59. Gunnell D, Eddleston M, Phillips MR, Konradsen F. (2007). "The global distribution of fatal pesticide self-poisoning: systematic review". BMC Public Health 7: 357. DOI:10.1186/1471-2458-7-357. PMID 18154668.
  60. U.S. Suicide Statistics (2005). Visitado em 2008-03-24.
  61. [13]
  62. UpToDate Inc..
  63. Brent DA, Moritz G, Bridge J, Perper J, Canobbio R. (May 1996). "Long-term impact of exposure to suicide: a three-year controlled follow-up". J Am Acad Child Adolesc Psychiatry 35 (5): 646–53. PMID 8935212.
  64. Phillips DP, Carstensen LL. (September 1986). "Clustering of teenage suicides after television news stories about suicide". N. Engl. J. Med. 315 (11): 685–9. PMID 3748072.
  65. Mortality and Burden of Disease Estimates for WHO Member States in 2002. [S.l.: s.n.], 2002. Visitado em 2009-12-13.
  66. Suicide prevention WHO Sites: Mental Health World Health Organization (February 16, 2006). Visitado em 2008-09-16.
  67. WHO Statement: World Suicide Prevention Day 2008 (PDF) World Health Organization (2008). Visitado em 2008-10-26.
  68. [14]
  69. U.S. Suicide Rate Increasing Newswise, Retrieved on October 21, 2008.
  70. Sher, 2006b
  71. (July 2006) "Homicides and suicides--National Violent Death Reporting System, United States, 2003-2004". MMWR Morb. Mortal. Wkly. Rep. 55 (26): 721–4. PMID 16826158.
  72. Crombie et al., 1998.
  73. Carlini-Cotrim et al., 1998.
  74. Exum, 2002.
  75. Louis Appleby (Foreword), David Duffy (Editor), Tony Ryan (Editor). New Approaches to Preventing Suicide. [S.l.]: Jessica Kingsley Publishers. 31–32 pp. ISBN 978-1843102212.
  76. La Vecchia C, Lucchini F, Levi F. (July 1994). "Worldwide trends in suicide mortality, 1955-1989". Acta Psychiatr Scand 90 (1): 53–64. DOI:10.1111/j.1600-0447.1994.tb01556.x. ISSN 0001-690X. PMID 7976451.; Lester, Patterns, 1996, pp. 28-30.
  77. Hoyert DL, Heron MP, Murphy SL, Kung HC. (April 2006). "Deaths: final data for 2003". Natl Vital Stat Rep 54 (13): 1–120. ISSN 1551-8922. PMID 16689256.
  78. men: 24.9, women: 8.2, combined: 16.0 Scottish Public Health Observatory (see link to excel spreadsheet) [15]
  79. fonte, (PDF), em francês.
  80. [16]
  81. AFP 22 de Novembro de 2004)
  82. [17] 15 de Maio de 2009
  83. [18]
  84. a b http://noticias.r7.com/cidades/noticias/taxa-de-suicidio-no-brasil-sobe-17-em-10-anos-20110224.html
  85. [19]
  86. [20]
  87. [21]
  88. a b c d Milene Câmara (2010). Associação previne o suicídio em Portugal. Disponível em: http://www.solidariedade.pt/sartigo/index.php?x=4478
  89. "Risco de Morrer em Portugal em 2003", Vol. 1, publ. D. G. S
  90. [22]
  91. [23]
  92. [24]
  93. ROTHSCHILD, Anthony. J. Suicide Risk Assessment. In: ROTHSCHILD, Anthony. Acute care psychia try: Diagnosis and Treatment. Baltimore: Williams and Wilkins, 1997.
  94. HILLARD, James. Emergency management of the suicidal patient. In: WALKER, Ingram. Psychiatric Emergencies. Philadelphia: Lippincott Company, 1983.
  95. SCHMITT, Ricardo (et al). Risco de suicídio: avaliação e manejo. In: SCHMITT, Ricardo (et al). Emergências psiquiátricas. Porto Alegre: Artmed, 2001. vol I.
  96. WHO Europe - Suicide Prevention (PDF) World Health Organization (2005-01-15). Visitado em 2008-09-16.
  97. Shaffer D. (September 1988). "The epidemiology of teen suicide: an examination of risk factors". J Clin Psychiatry 49 (Suppl): 36–41. ISSN 0160-6689. PMID 3047106.
  98. C Estellita-Lins, V Oliveira, M CoutinhoAcompanhamento terapêutico: intervenção sobre a depressão e o suicídio. Psychê, 2006, redalyc.uaemex.mx
  99. Elisa Pinto Seminotti, Mariana Esteves Paranhos, Valéria de Oliveira Thiers. Intervenção em crise e suicídio: análise de artigos indexados. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Porto Alegre (Brasil) 2006
  100. ESTELLITA-LINS, Carlos; OLIVEIRA, Verônica Miranda de e COUTINHO, Maria Fernanda Cruz. Acompanhamento terapêutico: intervenção sobre a depressão e o suicídio. Psyche (Sao Paulo) [online]. 2006, vol.10, n.18 [citado 2011-07-02], pp. 151-166 . Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382006000200015&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 1415-1138.
  101. [25]
  102. C Estellita-Lins, V Oliveira, M Coutinho. Intervenção em crise e suicídio: análise de artigos indexados. PUC - RS 2006
  103. C Estellita-Lins, V Oliveira, M Coutinho. Intervenção em crise e suicídio: análise de artigos indexados. PUC - RS 2006
  104. Platão. Laws, Book IX
  105. Durkheim, Émile (1897). Suicide. New York: The Free Press (reprint, 1997), 327. ISBN 0684836327.
  106. Laws - IPC - Section 309 Vakilno1.com (2006-10-10). Visitado em 2009-05-06.
  107. "German politician Roger Kusch helped elderly woman to die" Times Online July 2, 2008
  108. Durkheim E. Suicide: A Study in Sociology. New York: Free Press, 1966.
  109. Gartner, J.; Larson, D.B.; Allen, G. Religious commitment and mental health: a review of the empirical literature. Journal of Psychology and Theology 19: 6-25, 1991.
  110. Rachel Esteves Soeiro e col. Religião e transtornos mentais em pacientes internados em um hospital geral universitário. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(4):793-799, abr, 2008
  111. Torres, Wilma da Costa. Relaçäo entre religiosidade, medo da morte e atitude frente ao suicídio. Arq. bras. psicol;38(4):3-23, out.-dez. 1986. tab.
  112. Dr. Ronald Roth, D.Acu.. Suicide & Euthanasia - a Biblical Perspective Acu-cell.com. Visitado em 2009-05-06.
  113. Norman N. Holland, Literary Suicides: A Question of Style Clas.ufl.edu. Visitado em 2009-05-06.
  114. Catechism of the Catholic Church - PART 3 SECTION 2 CHAPTER 2 ARTICLE 5 Scborromeo.org (1941-06-01). Visitado em 2009-05-06.
  115. The Sin of Suicide, Aquinas Csulb.edu (1996-08-28). Visitado em 2009-05-06.
  116. SANSANO, R. Suicídio: Buscando alternativas. Barcelona: Clie 1992.
  117. [26]
  118. [27]
  119. a b c Euthanasia and Judaism: Jewish Views of Euthanasia and Suicide (2008) http://www.religionfacts.com/euthanasia/judaism.htm ReligionFacts.com
  120. Suicide as seen in Islam http://www.inter-islam.org/Prohibitions/suicide.html
  121. Suicide Bombing in Islam -(Submission)- Going to Heaven or to Hell ?Jihad in Islam (Submission)- War system in Islam
  122. Hindu Website. Hinduism and suicide
  123. Cult Members say Solar Temple Leaders Ordered Mass Suicides, AFP, 19 de abril de 2001 [www.rickross.com]
  124. "O MITO DE SÍSIFO DE CAMUS". Vilém Flusser. Acesso: 16 de dezembro, 2011.
  125. [28]
  126. By SIMON ROBINSON (Sunday, Mar. 27, 2005). Europe's Way of Death. Visitado em 2009-05-06.
  127. Schopenhauer | On Suicide[ligação inativa]
  128. Suicide (Stanford Encyclopedia of Philosophy) Plato.stanford.edu. Visitado em 2009-05-06.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bedford, D.; O’Farrell, A.; Howell, F. - Blood alcohol levels in persons who died from accidents and suicide. Irish Medical Journal 99(3): 80-83, 2006.
  • Borges, G.; Rosovsky, H. - Suicide attempts and alcohol consumption in an emergency room sample. J Stud Alcohol 57: 543-548, 1996.
  • Caces, F.E. & Harford, T. - Time series analysis of alcohol consumption and suicide mortality in the United States 1934-1987. J Stud Alcohol 59(4): 455-461, 1998.
  • Carlini-Cotrim, B.; Gallina, J.R.; Chasin, A.A.M. - Ocorrências de suicídios sob efeito de álcool: um estudo na região metropolitana de São Paulo. Rev. ABP-APAL 20(4): 146-149, 1998.
  • Crombie, I.K.; Pounder, D.J.; Dick, R.H. - Who takes alcohol prior to suicide? Journal of Clinical Forensic Medicine 5: 65-68, 1998.
  • Durkheim, E. - O Suicídio. Lisboa, Editorial Presença, 1982.
  • Exum, M.L. - The application and robustness of the rational choice perspective in the study of intoxicated and angry intentions to aggress. Criminology 40(4): 933-966, 2002.
  • Henderson, J.P.; Mellin, C.; Patel, F. - Suicide – A statistical analysis by age, sex and method. Journal of Clinical Forensic *Medicine 12: 305-309, 2005.
  • Hercules, H.C. (Ed.) - Medicina Legal – Texto e Atlas. São Paulo, Editora Atheneu, 2005.
  • Hufford, M.R. - Alcohol and suicidal behaviour. Clinical Psychology Review 21(5): 797-811, 2001.
  • Klerman, G.L. - Clinical epidemiology of suicide. J Clin Psychiatry 48(12 suppl.): 33-38, 1987.
  • Mann, J.J.; Cornelius, J.R.; Salloum, I.M.; Thase, M.E. - Patterns of suicidality and alcohol use in alcoholics with major depression. Alcohol Clin Exp Tes 20: 1451-1455, 1996.
  • Marra, Realino, Suicidio, diritto e anomia. Immagini della morte volontaria nella civiltà occidentale, Edizioni Scientifiche Italiane, Napoli, 1987, ISBN 209776
  • Mello-Santos, C.; Bertolote, J.M.; Wang, Y.P. - Epidemiology of suicide in Brazil (1980-2000). Rev Bras Psiquiatr 27(2): 131-134, 2006.
  • Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade [SIM]- DATASUS (Online). Disponível em: http://www.datasus.gov.br [Acessado em 20 agosto 2006]
  • Nemtsov, A. - Suicides and alcohol consumption in Russia, 1965-1999. Drug and Alcohol Dependence 71: 161-168, 2003.
  • Pirkola, S.P.; Isometsä, E.T.; Heikkinen, M.E.; Lönnqvist, J.K. - Suicides of alcohol misusers and non-misusers in a nationwide population. Alcohol & Alcoholism 35(1): 70-75, 2000.
  • Sher, L. - Alcoholism and suicidal behavior: a clinical overview. Acta Psychiatr Scand 113: 13-22, 2006a.
  • Sher, L. - Alcohol consumption and suicide. Q J Med 99: 57-61, 2006b.
  • Souza, E.R.; Minayo, M.C.S.; Malaquias, J.V. - Suicide among young people in selected Brazilian State capitals. Cad Saúde Pública 18(3): 673-683, 2002.
  • World Health Organization (WHO). The economic dimensions of interpersonal violence. World Health Organization, Geneva, Switzerland. 2004. Disponível online em: http://www.who.int/violence_injury_prevention/publications/violence/economic_dimensions/en/

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Grupos de apoio psicológico
Artigos esparsos

Conteúdo da Wikipedia está licenciado sob a: GFDL License
Powered by YouTube